Just another code lysergic blog

Ambiente de Trabalho

Primeiro, queria agradecer ao amigo @vhlaube, pelo convite.

Atualmente trabalho com 3 máquinas, 2 macbooks pro e um Dell.

- MacBook Pro 17 Core Duo, com 2gb, para trabalhos gráficos de frontend, material educacional e marketing.

- Macbook Pro 15 Core i7 8gb. Neste tenho Snow Leopard, Win7 e Ubuntu 64 instalados, além de VMWare oficial que adquiri a licença e uso um monitor de Led de 23 da LG para espelhar o ambiente.

- Dell Core i5 3.2, com 8gb de ram e um monitor de 19 polegadas, com Ubuntu 64 e Win7.

A maior parte dos projetos que estou envolvido hoje, são #SOA em cima da plataforma Oracle 11g. Sendo assim: Oracle SOA Suíte 11g ( BPM + BPEL + ESB + BAM + Rules + WebLogic + Oracle Eclipse + JDeveloper com plugins de SOA).

Tenho clienes também que usam a suíte da IBM Websphere MQ e por esse motivo, os tenhos instalados.

Este ambiente eu replico tanto no Ubuntu quanto no Win7 com diferentes JVMs: Sun, JRockit, JRockit Real Time, OpenDK.

Também utilizo o Coherance para Grid e tenho alguns outros ambientes de Grid para pocs e testes, desde EhCache a Gigaspaces e TerraCota.

IDEs: Utilizo no meu dia-a-dia pra SOA basicamente o Eclipse com plugins da Oracle , JDeveloper. Comecei recentemente a utilizar o IntelliJ.

Para projetos Restful, ultimamente tenho utilizado o Netbeans 6.9 + Maven + Jersey Archetype em cima de Glassfish.

Projetos OpenSource: JBoss Drools, Apache Camel e Mule (ESB). Estou ainda participando do fórum e acompanhando o projeto Acitivi BPM e Akka Framework.

Utilizo ainda Rails como plataforma Web tanto do site da SOA|EXPERT, quanto o novo portal e produtos que estamos criando.

Para isso, utilizo tanto o TextMate, quanto o RubyMine que tem melhorado muito a cada dia.

Ambiente Ruby, rodo todo em cima de Snow Leopard no MacBook Pro 15 core i7 e aqui entra Cucumber + Rspec + porrada de gems, inclusive Restfulie :-).

Uso o rvm com Passenger (ree),rmi 1.9.2 e 1.8.7, além de JRuby e Rubinius.

Scala (2.8) Akka Framework, também rodo em cima da mesma máquina, assim como Common Lisp e Clojure, que estou aprendendo e fazendo ensaios.

O novo produto que estou criando, faz uso de Rails3 + Cucumber e Rspec + Neo4j + Redis, fila e key.

Para SCM, Git e softwares como GitX para Mac.

Banco de dados MySQL, Oracle XE além de NoSQL:  MongoDB, Redis, Voldemort e Neo4J (todos pocs e testes, nada sério ainda).

Ano que vem devo aumentar o estudo do Esper, que comecei e parei, além de Apama CEP, Sonic ESB que já está instalado :-)

Meus convidados: @fribeiro1, @hannelita, @sleipn_r, @vsenger, @feliopero, @giovannibassi :-)

by  Felipe Oliveira – @scaphe.

Google + em Foco

Bom, vou começar esse post pela minha experiência no meio, pois esse post está basicamente fundamentada na mesma.

Tudo começou em 1995-1996 (não lembro exatamente)  pra mim profissionalmente, numa BBS chamada STI. Lá comecei como programador perl e posteriormente, quando a mesma se tornou um provedor, acabei virando um “WebMaster”. Esse termo era utilizado erroneamente até o momento, pois anos mais tarde seria voltado à infraestrutura. Mas quando comecei, ou ao menos na cultura da empresa onde trabalhava com 14-15 anos, isso era sinônimo de “Faz Tudo” de internet.

Acabei aprendendo ferramentas gráficas (Adobe Photoshop 3.0 e depois 4.0), HotDog, HomeSite (Allaire – quem lembra ?), ferramentas para criar o tal “gif” animado e algum tempo depois o famoso Future Splash !! hehe

Em 1997 aproximadamente, comecei a trabalhar numa empresa do grupo NutecNet, que virou Zaz e depois Terra. Entretanto, eu trabalhava no bureau chamado StúdioWeb (procurem a comunidade no Orkut). Posso dizer com orgulho que os profissionais dessa empresa hoje se tornaram os melhores da área de mídia e internet no país – eu :-) ahhaha. PS: Estou em tempo ainda !! :-P

De 2001 pra frente, participei da construção de muitos sites, startups e algumas bem endinheiradas como Amelia.com (Grupo Pão de Açúcar), com equipes maravilhosas o que me deu uma grande oportunidade de crescimento profissional em diversas áreas de conhecimento: Marketing /Publicidade(Tv1, DmDDB, F/Nazca, AlmapBBDO – empresas que passei ou fiz freelas) Editorial (Amelia), UOL e esse foi especial pois era considerado o Google brasileiro na época, entre muitas outras experiências que um dia posto detalhadamente por partes numa trilogia(Mídia, Música, Tecnologia), pois afinal estou no mercado há 16 anos e tem história pra contar….

Mas dado um momento, e sei lá como, acabei gostando de coisas mais nerds. Já tinha conhecido o Vinícius Senger na Sun Microsystems em 1998 (me ensinou java) e me fodi, fui pego pelo IF Else de vez.

O que isso tem a ver com o POST ? Assisti muitas e muitas Startups nascerem  e estou numa geração profissional que nominavam Internet DNA, os pioneiros que viram tudo isso nascer. Diziam que essa geração tinha uma capacidade enorme de entender realmente como as coisas funcionavam dentro da rede e tinham um feeling muito aguçado para negócios virtuais. Bom, vamos ver se estou certo então…Leia o restante que agora começa a ficar legal !

Tente fazer comparativos entre empresas “Virtuais” e  as clássicas, como uma padaria e aqui vai a pergunta: Quantos de vocês conhecem ou frequentam uma padaria há mais de 10 anos ? “ – Quantas dessas costumam fechar nesse período ?

Se eu lembrar das Startups brasileiras dessa época: Cadê?, Achei, Tutopia, HPG, a grande StarMedia e por aí vai não é difícil imaginar o quão rápido é o processo de mudanças na nossa área, um verdadeiro Liquidificador !!

Atualmente os números são outros, lembro de quando comemorávamos na STI 5 mil usuários e hoje fala-se em 750 milhões do FB, impensável !

Mas qual a solidez do modelo de negócios ? Será que o FB não é passível dos mesmos erros ?

Alguns devem pensar: AH o FB tem muita receita !! Sim concordo, esse número deve gerar muito volume, mas pra dar suporte à essa demanda, tecnologia, produtos e uma equipe monstruosa teve que ser criada, ou seja, o jogo continua o mesmo.

Então o FB perante maturidade ainda é muito frágil e se apoia em apenas 1 produto, sua rede social.

Essa semana que passou, recebi um convite do G+ pra começar a usá-lo e vi muitos analisarem no mesmo contexto do FB, até porquê seu frontend lembra muito a arquitetura de informação do seu concorrente.

Agora vou dar minhas considerações, porque o Google tende a ganhar essa batalha em 3-4 anos.

Primeiro vou à feature de separação de Grafos ( Circles), que permite que você crie uma rede vertical em cima de uma plataforma. Isso é fantástico e olhando para o FB, e sua estrutura de Grafo como é desenhada, o pessoal técnico terá um bocado de trabalho para conseguir essa feature “DESSA MANEIRA”. Sei que o FB permite isso hoje, mas tecnicamente não é bem assim e não vou escrever isso aqui. Pergunte-me ao vivo, porque é coisa pra caramba, ou assista a trilha do @porcelli sobre noSQL no TDC2011 Floripa.

Segundo o Ecossistema do Google: Após utilizar o Plus, o Google o indentifica e acaba harmonizando o look and feel das suas outras aplicações, até mesmo do buscador e isso já dá pra ter uma foto do cenário mais adiante. Imagine o docs integrado, youtube que é o mais popular dos vídeos, seus e-mails (gmail), seu blog (blogger que é muito forte) entre muitos outros.

Aliás, falar do ecossistema, todas essas aplicações como o Docs, vão sofrer investimento massivo e alinhamento de visual e estratégico (nomes). Já começaram a mudar o nome do Picasa (Google Photos) e Blogger (Google Blog) e vem mais pela frente, o próximo será Google Tube . Além do alinhamento, tudo estará centralizado e acessível na barra superior integrado. Hoje é aberto um popup externo e isso deve acabar com o tempo, integrando mais ainda as aplicações.

Infraestrutura sólida, além das APIS, diversos protocolos desenvolvidos internamente como: protobuf, pubsubhubub, salmon (pesquisem), existem muitas outras coisas que nós nem imaginamos como cluster, cloud e cacete de agulha a coisa é extensa.

Por fim, plataforma: O Google poderá em fim usar a mesma estratégia da MS e embutir o Plus diretamente no Android, já que o mesmo funciona através da sua Account Google, e todos fazem parte do Plus.  Além de poder facilmente colocar uma extensão para o Chrome e você fica integrado “nativamente”. Hoje existem mais aparalhos móveis com acesso à internet que Desktops, ou seja, o Google vai começar o modelo inverso forçando do Mobile com a experiência para o PC, já que a primeira preocupação dele foi fazer o Hangout funcionar extremamente bem em dispositivos móveis, o que traz uma nova experiência em comunicação e muitos vão querer experimentar.

O FB tentou correr para fazer a parceria com a Skype a fim de prover a mesma funcionalidade, contudo o mesmo não funciona muito bem em cima do Android. Focando somente PC, acho difícil que haja grande mudança cultural na utilização de videochamadas.

Bom, finalizando esse post, já vi muita coisa nascer e morrer, muitas startups mesmo e o FB está com os dias contados. Hoje ele possui a vantagem numérica de usuários, mas o índice de satisfação é baixo em comparação aos produtos do Google e seu ecossistema é muito limitado.

Ele crescer para outros modelos, como o Groupon, encontrará um Domain Expert e a coisa não tem a ver somente com tecnologia. Precisa conhecer o modelo profundamente, ter parcerias e principalmente, otimizar os custos, já que o FB deve ser caro demais pra manter.

Para o FB crescer, deveria investir em soluções como Blog Engine, Mail, Documentos, Search Engine ou seja, se tornar um Google e talvez não haja tempo hábil pra isso, já que o Gigante acordou.

AH Estou começando uma nova carreira, consultor de investimentos em empresas de tecnologia (sério), então, considerem meu conselho: IPO do FB vai ser acelarado para não perderem valorização com o andamento do Plus, aconselho que comprem na pré e  ganhem somente no especulativo inicial. Depois largem o papel.

Investimento a longo Prazo: Google, que já teve uma alta de 20 Bi só por falar que tem uma nova rede social :) #ficaadica.

Inception Level Programmers

Ontem à noite eu dei uma viajada forte sobre escala de níveis de programadores, baseando-me no filme Inception. Por tanto, se você não assistiu o filme, não vai entender P* nenhuma do que está escrito abaixo, e ainda corre o risco de estar no primeiro nível, já que não parece ser tão nerd !

Antes de começar a trip, analisem o flow:

Inception-flowchart

Inception-flowchart

E aqui, onde o post usa a mesma semântica:

Levels Semantic

Levels Semantic

Reality Level 1 – Somos meros mortais e fazemos somente “CRUDs” corporativos, SQLs da vida e algum código de negócio. Entendemos o básico de OOP e alguma linguagem como Java, C#, VB, PHP; e fazemos muita porcaria em termos de design de software.

Van Chase Level  2 – Conhecemos Design Patterns, frameworks (Web, Persistência, Integração – ESBs, Mensageria, Application Servers), Classloaders,  outras linguagens e abordagens (SOA, BPM, BDD, DDD, Agile) e conseguimos montar uma “Arquitetura” decente.

The Hotel  Level 3 – Aqui já estamos entendendo como o produto foi feito, estilos de programação (funcional, imperativo, concorrente, metaprogramação…), criamos componentes rebuscados,adapters, pequenos frameworks para a equipe utilizar e temos condições de fazer extensões em produtos e particpar de projetos OpenSource.

Snow Fortress Level  4 – Com muito mais maturidade, temos condições de criar os produtos que os outros programadores irão utilizar de fato, como  ESBs, Bancos NoSQL, sistemas de grid -TerraCota, Akka (framework de concorrência), reconhecimento de imagem, uma engine de games, e por aí vai, liderando os times de desenvolvimento e specs. A “Inception” vem da sua mente :-).

Limbo Level  5 – Aqui o cara endoidou de vez e desce o nível em VMs, Compiladores, HEC I/O, Interruptores, Dynamic Patching, Funções matemáticas e o escambal…Está literalmente, escovando bits e cuidado pra não ficar preso a esse mundo e nunca mais voltar :-)

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